domingo, 8 de abril de 2012

Entendendo melhor a páscoa

Entendendo melhor a páscoa

A páscoa é uma festa originária da religião judaica, que celebrava a libertação do povo do Egito. Deus ordenou, no livro do Êxodo, capítulo 12, que o povo sacrificasse um cordeiro em cada família, marcando assim com seu sangue, as portas das casas, para que se pudesse identificar quem era judeu, evitando a morte do filho primogênito de cada família. “O sangue sobre as casas em que habitais vos servirá de sinal (de proteção): vendo o sangue, passarei adiante, e não sereis atingidos pelo flagelo destruidor, quando eu ferir o Egito”, Êxodo 12,13. Depois, observamos outra ordem de Deus: “Guardareis (a festa) dos ázimos, porque foi naquele dia que tirei do Egito vossos exércitos. Guardareis aquele dia de geração em geração: é uma instituição perpétua”. Êxodo 12,17. Portanto, os judeus, ainda celebram a páscoa nos dias de hoje.

Porém, através do nascimento, paixão, morte e ressurreição de Jesus, nasce o cristianismo; e as festas da Páscoa, e também de Pentecostes (celebrada cinquenta dias após a Páscoa), adquirem um novo significado. Deus nos faz referência ao mesmo sangue do cordeiro sacrificado pelos judeus antes da fuga do Egito, quando mais uma vez intervém na vida da humanidade, permitindo desta vez, que o seu filho, se faça o cordeiro, e o dá em sacrifício por nós. Por isso, para os cristãos, a festa da Páscoa é tão respeitada. A partir do sacrifício supremo do “Cordeiro de Deus”, não há mais necessidade de se sacrificar animais, pois o sangue puro e sem manchas de Jesus, marcou não as portas de nossas casas, mas a nossa história. E a libertação a qual se justifica a morte de Jesus – em referência a libertação do povo do Egito – é sobre o pecado e a morte.

Na quinta-feira santa, Jesus mostra ao mundo a sua missão: servir. Quando se abaixa, e humilde lava os pés de seus seguidores, mostra-nos o rosto de um Deus sem vaidade e sem maldade. Após, na última ceia que teve com seus amados amigos, com o pão e o vinho em suas mãos, celebra a primeira santa missa da história, instituindo a eucaristia. “Durante a refeição, Jesus tomou o pão, o abençou, partiu-o e o deu aos discípulos, dizendo: Tomai e comei, isto é meu corpo. Tomou depois o cálice, rendeu graças e deu-lho, dizendo: Bebei dele todos, porque isto é meu sangue, o sangue da Nova Aliança, derramado por muitos homens em remissão dos pecados”. Evangelho de São Mateus 26, 26-28. Depois disso Jesus é preso, e as profecias de Isaías se concretizam a respeito não somente do seu nascimento, mas também da sua paixão e morte (Isaías 7,14 e Isaías 53).

No sábado da vigília pascal, ainda refletimos o amor e o zelo de Deus por nós, e no domingo, experimentarmos a sua vitória definitiva contra a morte, conforme narra o evangelista São Lucas, no capítulo 24. Ainda São Paulo em I Corintios 15, 20 nos afirma que “Cristo ressuscitou dentre os mortos, como primícias dos que morreram”. Fato esse, que nos coloca diante da misericordia de um Deus, que dá a segunda chance às suas criaturas, tidos como filhos, pois os mortos, a que se refere Paulo, não são os mortos somente na carne, mas sim, pelo pecado. Pecado este, vencido pelo sangue do santo cordeiro derramado na cruz, que ressuscitou primeiro, e nos devolveu a alegria da vida eterna.

Adriane Werlang Lula –
Ministra de Eucaristia, Jornalista e Comunicadora da Renovação Carismática Católica da Diocese de Chapecó.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Não deixe eles te pegarem vamos dar uma fugidinha?

Hoje pela manhã escutei crianças na creche cantando “Delícia, assim você me mata. Ai se eu te pego”, de Michel Teló. Pra mim essa “droga”- no sentido literal, pois quem ouve parece que vicia - atingiu seu ponto mais alto - ou o mais baixo - com isso que ouvi. Fiquei triste em pensar que uma criança de cerca de três anos vai crescer com sua cabeça condicionada para a vulgaridade, a malícia. Que horror pensar que agora as crianças são alvo destas porcarias. E não venham me dizer que o alvo é o público adulto, senão crianças que mal sabem falar não estariam cantando. A questão é que esse tipo de composição está sim atingindo também os pequenos. Outras letras do mesmo Michel Teló como “fugidinha” – que todos sabem o que ele quer com isso – e “Ei psiu, beijos me liga... te espero na saída”, também foram colocados para as crianças como se fossem as velhas canções de roda do meu tempo. E não falo somente do Teló, mas também de outros estilos musicais.

Não se trata de quanta fama tem a pessoa que canta ou que compôs, não se trata de sucesso e nem do quanto eles ganham dinheiro do povo, com essas - não acredito que vou usar essa palavra - “músicas”, mas sim de moral, de princípios e valores. E não venham me dizer que é cultura, pois o Brasil já provou que tem bons artistas capazes de trabalhos igualmente bons, e que também atingem o público. O que aconteceu com elogios lindos às mulheres do tipo “olha que coisa mais linda, mais cheia de graça, é ela a menina que vem e que passa, no doce balanço a caminho do mar”? Será mesmo que as mulheres lutaram tanto para chegar ao fim do poço da moralidade e ouvir um cara dizendo “Ai se eu te pego?”. Eu sei que letras, filmes, clipes e novelas com sensualidade em seu conteúdo não nasceram nos anos 2000, mas vamos combinar que a coisa está cada vez mais baixa nesta indústria “fono-pornográfica”.

Não sou a favor do feminismo, e acho inclusive que ele trouxe muitas coisas ruins para a sociedade, sendo que algumas mulheres não sabem assumir a sua independência de maneira saudável, mas cadê a nossa auto-estima mulheres? O valor próprio? Será que pra nós realmente tanto faz ser chamada de “linda e cheia de graça” ou de “cachorra, vem dar uma fugidinha comigo?”. Nós adultos, precisamos deixar de ser Maria-vai-com-as-outras com essas coisas do momento e buscar ler mais, ver programas saudáveis na TV, estudar... criar senso crítico para perceber que nem tudo que enfiam goela abaixo, precisamos engolir. A partir daí, podemos oferecer para nossas crianças um futuro de esperança, de paz, onde cada uma saberá decidir por si o que é bom e ruim. Ou vai me dizer que o nosso sonho de futuro é ter médicos, políticos e professores cantando: “Sou f***, na cama eu te esculacho”?

Bom, o que eu espero é que se cumpra uma “profecia” do próprio Michel Teló em um comercial na TV: “Você sabe, sucesso de verão passa rápido”. Amém!

Adriane Werlang Lula
Jornalista – MTB 03820 JP/SC

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Mudança !

Olá pessoal ! Nos próximos dias vocês poderão notar algumas importantes mudanças neste blog. Alterações de conteúdo e design. Ficará mais informativo, opinativo além de contar com mais reflexões. Aguardem

Abraços

terça-feira, 21 de junho de 2011

5 Policias presos em Chapecó

No início da manhã desta terça-feira (21/06) foi deflagrada em Chapecó a "Operação carta fora do baralho", com o cumprimento de cinco prisões preventivas policiais militares do 2º BPM e cinco mandados de busca e apreensão nas suas residências. Também irão ser cumpridos quatro mandados de busca e apreensão na residência de civis. Serão ouvidas pelo menos 27 pessoas.

Mais detalhes serão informados na entrevista coletiva que o Ministério Público e o Comando do 2º Batalhão de Polícia Militar prestarão às 14 horas na sala de reuniões do MPSC, no terceiro andar do Fórum da Comarca de Chapecó-SC.

Os crimes que teriam sido praticados pelos policiais investigados são: comércio ilegal de armas de fogo e munições, contrabando e descaminho, exploração sexual (rufianismo), concussão, corrupção passiva, prevaricação, peculato e divulgação de informações privilegiadas (antecipavam para pessoas estranhas à corporação militar a realização de blitzes e vistorias que seriam realizadas pela PM).

O nome "Operação carta fora do baralho" se deve ao fato dos policiais envolvidos se reunirem de forma habitual na casa de um dos policiais investigados para jogarem cartas durante o horário do expediente, quando deveriam estar à disposição da sociedade e da segurança pública.

A operação é consequência da investigação de um grupo de policiais militares de Chapecó envolvidos em práticas criminosas, desenvolvida pela 5ª Promotoria de Justiça da Comarca da Capital (com atribuição junto à Auditoria Militar), pela 7ª Promotoria de Justiça da Comarca de Chapecó (com atribuição de controle externo da atividade policial) e pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), força-tarefa constituída pelo Ministério Público, com apoio da Polícia Militar, Polícia Civil e Receita Estadual.

A operação conta com a participação de cinco Promotores de Justiça, 17 policiais (dos GAECOS de Florianópolis, Lages e Chapecó), além da participação de 20 policiais militares do 2º BPM, de Chapecó. Os mandados relativos aos policiais militares foram emitidos pela Justiça Militar de Santa Catarina (Auditoria Militar), os relativos aos civis pela Justiça Comum de Chapecó.

Indigenistas querem 20% do território

A atual política governamental que pretende ocupar 20% do território brasileiro com áreas indígenas tem preocupado proprietários de terras e o setor produtivo brasileiro.
Atualmente, o Brasil tem 12,7% (108,7 milhões de hectares) do território com áreas indígenas para um universo de aproximadamente 450 mil índios. Em SC, onde a área é de 9 milhões de hectares, as áreas ocupadas e as pleiteadas pelos indígenas são de 45 mil hectares. No Estado, dados preliminares do Censo 2010, do IBGE, apontam que habitam 16 mil indígenas. Se considerar a ampliação pretendida, o Estado chegaria a ter 1,8 milhão de hectares de área indígena, ou seja 20% do Estado.
A preocupação, salienta o vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, deputado federal Valdir Colatto (PMDB/SC), é que terras produtivas e ocupadas por agricultores estão sendo erroneamente demarcadas pela Funai com base em estudos antropológicos que identificam vestígios de ocupação indígena. “Se continuar desse jeito teremos que devolver todo o território brasileiro para os índios, pois historicamente sabemos que foram os primeiros a ocupar o país”, lamenta. O parlamentar destacou que a questão da demarcação indígena em propriedades rurais é uma das prioridades da Frente Parlamentar uma vez que defende a permanência do proprietário na terra.
Colatto é contrário a qualquer ocupação indígena que subtraia do produtor rural a posse de terras. Em Santa Catarina, segundo ele, 40 áreas estão sendo reivindicadas pela Funai. Colatto cita a dificuldade e caos que vivem as famílias proprietárias das terras em Cunha Porã e Saudades, Abelardo Luz, Seara/Paial/Arvoredo, Chapecó, Ibirama, São Francisco do Sul, Araquari e Joinville. Nestas propriedades, cita, os proprietários de terras têm escritura pública que datam 100 anos. “A Funai não respeita o direito à propriedade”, destaca.
Segundo ele, cabe ao governo federal adquirir terras e adotar um modelo de política indigenista que dê condições de assistência social, saúde, educação e segurança. “O índio é cidadão como qualquer outro que reside no campo ou na cidade. Não adianta dar terras se não tem condições de produzir e se manter. Continuaremos obrigando-os a se tornarem pedintes nas cidades”, destaca.
O parlamentar cita que a legislação entende por terra indígena aquela ocupada permanentemente pelos índios até a promulgação da Constituição em 1988. Segundo Colatto, onde não existia ocupação até aquela data não deve haver reconhecimento indígena. “Defendo que o reconhecimento de terra indígena seja aprovado pelo Congresso Nacional e não por portaria da Funai que não respeita o direito à propriedade”, disse.

Mais recursos para agricultores

Os produtores rurais terão mais recursos para financiar a próxima safra, que começa em julho. O governo federal vai destinar R$ 107,2 bilhões para a agricultura empresarial. O valor é 7,2% superior ao destinado no ciclo 2010/2011. O crédito faz parte das ações do Plano Agrícola e Pecuário 2011/2012 (PAP). Entre as novidades do plano estão linhas de financiamento específicas para pecuária que permitirão a compra de matrizes e reprodutores e recursos para renovação e expansão de canaviais.

“O governo está oferecendo melhores condições para que o produtor possa continuar a expandir a produção agropecuária sempre com foco na sustentabilidade. Seguindo essa linha, teremos mais alimentos, mais renda para o agricultor e a preservação ambiental”, diz o ministro da Agricultura, Wagner Rossi. “Acredito que com esse volume de recursos poderemos alcançar uma safra de grãos de 170 milhões de toneladas”.

Pela primeira vez, o governo cria uma linha de crédito direcionada à pecuária. Os criadores poderão contratar até R$ 750 mil para investimentos em compra de reprodutores e matrizes de bovinos e búfalos. Na temporada 2011/2012, o pecuarista também terá um limite de custeio 136% maior que o fixado no plano anterior. O valor passará para R$ 650 mil incluindo pecuária de corte, leiteira, ovinocaprinocultura, apicultura e suinocultura. No ano passado, o limite era de R$ 275 mil.

Para aumentar a eficiência e ampliar a produção de cana-de-açúcar, foi instituído pelo governo um novo programa de investimento, com limite de R$ 1 milhão e prazo de cinco anos para pagamento.

Outra inovação do Plano Agrícola e Pecuário 2011/2012 é a unificação e aumento dos limites de financiamento para custeio de todas as culturas e atividades para R$ 650 mil, por produtor. A mudança representa uma elevação de até 225% nos valores máximos que poderão ser contratados. Antes, cada produto tinha um limite estabelecido.

De acordo com o secretário de Política Agrícola, José Carlos Vaz, a intenção do governo é estimular a diversificação da atividade agrícola, beneficiando igualmente produtores de commodities, voltados para a exportação, e produtores que abastecem o mercado interno. Ao todo, serão R$ 80,2 bilhões destinados a custeio e comercialização da safra, 6% a mais que o direcionado no ciclo 2010/2011. Desse valor, R$ 64,1 bilhões poderão ser contratados a juros controlados, com taxas fixas de 6,75% ao ano.

A produção sustentável permanece como prioridade para o governo federal. A partir da safra 2011/2012, o Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC), lançado em julho passado, vai incorporar todas as ações que incentivam a produção de alimentos com preservação ambiental. No total, os programas de investimento voltados a atividades agropecuárias que permitem a mitigação da emissão de gases de efeito estufa terão R$ 3,15 bilhões e poderão ser contratados com condições mais facilitadas.

Esses recursos serão destinados ao financiamento das práticas agronômicas sustentáveis preconizadas no ABC, agora fortalecido com a incorporação do Programa de Plantio Comercial e Recuperação de Florestas (Propflora) e do Programa de Estímulo à Produção Agropecuária Sustentável (Produsa). O Programa ABC dará ao produtor condições de financiamento com taxas de juros de 5,5% ao ano, mais baixas que o fixado para a maioria das linhas de crédito para agricultura (6,75%).

De acordo com secretário de Política Agrícola, José Carlos Vaz, os programas de investimento terão um acréscimo de quase 14%, passando de R$ 18 bilhões para R$ 20,5 bilhões. Além da ampliação dos recursos, haverá mais incentivos para o médio produtor, as cooperativas e investimento em armazenagem, bem como garantias de acesso ao crédito destinado à produção sustentável.

O Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) terá 48,2% mais recursos que o estipulado na safra 2010/2011. No ciclo 2011/2012, o Pronamp coloca à disposição dos produtores R$ 8,3 bilhões para crédito de custeio e investimento, com taxas de juros de 6,25% e até oito anos para pagamento, no caso de operações de investimento.

Outra alteração importante foi o aumento do limite de renda bruta anual para enquadramento no programa que passa de R$ 500 mil para R$ 700 mil. Além disso, os limites de custeio e de investimento/beneficiário foram ampliados, respectivamente, para R$ 400 mil e R$ 300 mil.

O secretário de Política Agrícola lembra que também houve ampliação do limite de crédito por cooperativa de R$ 50 milhões para 60 milhões pelo Programa de Desenvolvimento Cooperativo para Agregação de Valor à Produção Agropecuária (Prodecoop). O programa financia até R$ 2 bilhões, a juros de 6,75% ao ano.

Os produtores ainda terão um limite maior de financiamento pelo Programa de Modernização da Agricultura e Conservação de Recursos Naturais (Moderagro). O valor máximo a ser contratado por produtor subiu de R$ 300 mil para R$ 600 mil e o crédito coletivo passou de R$ 900 mil para R$ 1,2 milhão. O prazo de reembolso também foi ampliado de oito para dez anos.

Além de financiar reforma e construção de armazéns para estocagem da safra, os recursos do Programa de Incentivo à Irrigação e à Armazenagem (Moderinfra) poderão também ser aplicados em armazéns para insumos e galpões para colheitadeiras, tratores e outras máquinas agrícolas.

Em 2012, o orçamento para apoio à comercialização deverá ser de R$ 5,2 bilhões. Os recursos serão investidos em medidas para garantir o preço mínimo ao produtor e o abastecimento interno com instrumentos como a aquisição direta e equalização de preços.

IGP-M registra deflação

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) registrou uma deflação (queda de preços) de 0,21% na segunda prévia do mês de junho. No mesmo período do mês anterior, havia sido registrada uma inflação de 0,66%. O dado foi divulgado hoje (21) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

O IGP-M é usado como referência para reajustes de contratos de aluguel. Dois dos três subíndices que o compõem registraram deflação nesta segunda prévia de junho. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou variação de -0,54%, resultado influenciado por segmentos como os alimentos in natura, que tiveram queda de preços de 3,42%, e materiais e componentes para manufatura (-0,95%) e por produtos como a cana-de-açúcar (-3,63%), aves (-8,15%) e bovinos (-2,69%).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) também apresentou deflação, com taxa de -0,15%. O resultado foi puxado principalmente pelas quedas de preços nos grupos de despesas de alimentação (-0,81%) e transportes (-1,33%).

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) foi o único componente do IGP-M que, no segundo decêndio de junho, apresentou inflação (1,82%), devido, principalmente, ao custo da mão de obra, que registrou aumento de 3,22% nos preços.